O elenco realiza pré-temporada em Atibaia, quando o ex-zagueiro da seleção brasileira experimenta ferramentas de treino que aprendeu na Europa. No Velho Continente, Roque Júnior defendeu Milan e Siena (Itália), Leeds United (Inglaterra), Bayer Leverkusen e Duisburg (Alemanha). Aprendeu bastante e, agora que tem a chance de comandar um grupo, tenta passar aos atletas o que espera no Paulistão.
– Minha função é passar a informação correta, tentar o máximo possível tirar as dúvidas para que todos entendem a maneira que vamos jogar. Não quero controlar jogador com joystick. Quero que eles tenham também criatividade para jogar – explicou o comandante, que fez estágios em vários clubes antes de chegar ao Barão de Serra Negra. Na Seleção, foi um dos observadores de Luiz Felipe Scolari na Copa do Mundo em 2014.
A experiência de sucesso no futebol gabarita as orientações de Roque Júnior para o elenco, que nem se preocupa por esse ser o primeiro trabalho como treinador. Para o meia Tony, a trajetória do ex-jogador de Palmeiras, Milan e Seleção fala por si só.
– Para mim, não influencia em muita coisa. A experiência que tem como jogador o coloca de igual para igual com outros treinadores com quem trabalhei. Ele tem vasta experiência na Europa e quer que façamos o que o futebol moderno exige. O XV não será um time inteiro atrás, mas também não vai ficar desguarnecido na defesa. Ele pede para que nós achemos o ponto de equilíbrio – explicou o meio-campista.
Nos dias que antecedem a estreia no Paulistão, Roque Júnior tem em mente uma base que colocará em campo contra o Mogi Mirim, no dia 1º de fevereiro, em Piracicaba. No entanto, prefere não confirmar a equipe. Costumeiramente, o treinador faz treinos fechados para trabalhar situações de jogo. O pedido é unir posicionamento correto na defesa e agressividade no ataque.
– Estamos tentando nos enquadrar no perfil que o Roque precisa, com bastante movimentação e posse de bola. Ele quer uma equipe que defende, mas seja agressiva na hora de atacar. A gente tem tudo para encaixar no que ele quer para alcançar os objetivos do XV – afirmou Tony, um dos postulantes à camisa de titular.
– Para mim, não influencia em muita coisa. A experiência que tem como jogador o coloca de igual para igual com outros treinadores com quem trabalhei. Ele tem vasta experiência na Europa e quer que façamos o que o futebol moderno exige. O XV não será um time inteiro atrás, mas também não vai ficar desguarnecido na defesa. Ele pede para que nós achemos o ponto de equilíbrio – explicou o meio-campista.
Nos dias que antecedem a estreia no Paulistão, Roque Júnior tem em mente uma base que colocará em campo contra o Mogi Mirim, no dia 1º de fevereiro, em Piracicaba. No entanto, prefere não confirmar a equipe. Costumeiramente, o treinador faz treinos fechados para trabalhar situações de jogo. O pedido é unir posicionamento correto na defesa e agressividade no ataque.
– Estamos tentando nos enquadrar no perfil que o Roque precisa, com bastante movimentação e posse de bola. Ele quer uma equipe que defende, mas seja agressiva na hora de atacar. A gente tem tudo para encaixar no que ele quer para alcançar os objetivos do XV – afirmou Tony, um dos postulantes à camisa de titular.
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