Auxiliar-técnico de Vagner Mancini na queda do Botafogo para a Série B do Campeonato Brasileiro de 2014, Régis Angeli, contratado para ser o novo coordenador de futebol do xará paulista, o Botafogo-SP, criticou a forma como a diretoria carioca administrou o clube durante sua passagem pelo Rio de Janeiro e fez um comparativo entre as duas agremiações quanto a estrutura e organização: "O Botafogo-SP esteve melhor. Com certeza".
Segundo ele, existem diferenças entre um Botafogo e outro. Uma delas é a credibilidade no meio futebolístico, já que a fama de mau pagador é dissipada entre os jogadores. Dos oito meses em que a comissão técnica de Vagner Mancini, Régis Angeli e Mauricinho esteve no comando botafoguense, apenas dois foram pagos.
Segundo ele, existem diferenças entre um Botafogo e outro. Uma delas é a credibilidade no meio futebolístico, já que a fama de mau pagador é dissipada entre os jogadores. Dos oito meses em que a comissão técnica de Vagner Mancini, Régis Angeli e Mauricinho esteve no comando botafoguense, apenas dois foram pagos.
- O Botafogo-SP tem uma visão e traça o caminho com os pés no chão. Isso é importante. Pelo menos posso ligar para os jogadores e dizer que vamos cumprir os compromissos. Estamos no caminho certo. O que eu vi no Botafogo é de assustar. Um time com aquele porte, com uma camisa gigantesca, uma história muito grande, ficar mais de seis meses com salário atrasado é muito triste - comentou Régis Angeli.
Além do atraso de pagamento, o agora coordenador de futebol citou a dispensa de Emerson Sheik, Bolívar, Júlio César e Edílson como preponderante para o rebaixamento.
- O time ficou mais de seis meses sem pagar seus jogadores. Houve um protesto e o presidente acabou mandando embora quatro jogadores. Esses quatro jogadores, além de fazer falta na parte técnica, fizeram falta na parte quantitativa também porque não houve reposição. Ficamos sem quatro jogadores, tivemos que puxar atletas da base e não deu certo - disse Angeli.
Além do atraso de pagamento, o agora coordenador de futebol citou a dispensa de Emerson Sheik, Bolívar, Júlio César e Edílson como preponderante para o rebaixamento.
- O time ficou mais de seis meses sem pagar seus jogadores. Houve um protesto e o presidente acabou mandando embora quatro jogadores. Esses quatro jogadores, além de fazer falta na parte técnica, fizeram falta na parte quantitativa também porque não houve reposição. Ficamos sem quatro jogadores, tivemos que puxar atletas da base e não deu certo - disse Angeli.
Estreante no cargo de coordenador de futebol no Botafogo-SP, Régis ressaltou a bagagem adquirida ao longo de sua carreira como treinador e auxiliar-técnico e espera que os erros, observados principalmente no xará carioca, não sejam repetidos em Ribeirão Preto.
- Os times mais modestos talvez não tenham tantos problemas. É mais fácil tocar um time de divisão menor, com pouco dinheiro. Mas se a pessoa tem a cabeça no lugar e o pé no chão, tanto no time grande como no time pequeno, é possível tocar muito bem esse clube. O que aconteceu lá foi realmente muito triste - disse.
- Os times mais modestos talvez não tenham tantos problemas. É mais fácil tocar um time de divisão menor, com pouco dinheiro. Mas se a pessoa tem a cabeça no lugar e o pé no chão, tanto no time grande como no time pequeno, é possível tocar muito bem esse clube. O que aconteceu lá foi realmente muito triste - disse.
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